A Escola Municipal José do Rêgo Castro situada na comunidade Amargosa, zona rural do município de Esperantina, estará realizando pelo segundo ano consecutivo a feira cultural da região. Com o tema: “Saúde no Campo” o evento está previsto para acontecer no dia 09 de dezembro (quinta-feira).
De acordo com os organizadores o objetivo da feira é abordar a discussão de assuntos relacionados à alimentação, as drogas, o lixo, a sexualidade e a higiene, envolvendo conhecimentos voltados principalmente para a realidade do campo.
Ainda de acordo com a organização o evento se justifica também pela importância da promoção do bem estar da saúde no campo que é muito importante, pois possibilita uma mudança de comportamento no que diz respeito à informação e práticas cotidianas de qualidade de vida humana no campo.
A programação terá início às 08:00hs se estendendo até às 17:00hs. Haverá palestras, exposições de estandes, peça teatral e outras atividades.
A organização da feira é dos professores, diretor e alunos da referida escola, com o apoio da coordenação pedagógica, Secretaria Municipal de Educação e Prefeitura Municipal de Esperantina.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Escola do município promoverá feira cultural
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Alunos do município estudam em palhoça de festa

Essa é a realidade de alguns alunos da rede municipal de Esperantina-PI da localidade "Lagoa dos Macacos",que fica situada a aproximadamente
Cerca de 24 (vinte e quatro) alunos que estão cursando a 8ª série do Ensino Fundamental assistem aulas na palhoça de festa cedida pelo próprio diretor da Escola Municipal “Francisco Simplicio do Vale”. O Nome da escola é em homenagem a um dos primeiros moradores da comunidade, conhecido popularmente por Chico Vaqueiro.
A referida palhoça que é utilizada para a realização de festas na comunidade, atualmente funciona também como uma sala de aula desde o inicio deste ano, sendo que pela manhã o local é usado para aulas de recreação e no turno da tarde funciona a 8ª série.
A nossa equipe de reportagem procurou o diretor da referida escola para obtermos mais informações sobre esse problema.
“Houve a necessidade de agente ceder a palhoça para funcionar a sala de aula, devido os alunos de 5ª a 8ª série da localidade “Boi Velho” terem sido transferidos para a nossa escola, que acabou ficando sem espaço para acomodar todos os alunos”, declarou o Diretor Chico Lagoa.
O Diretor da Escola declarou ainda que a referida sala de aula é provisória, tendo em vista que a Prefeitura em parceria com o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) já fizeram um projeto no inicio desde ano para que a escola fosse ampliada no mais breve de tempo possível. É importante salientar que o colégio fica localizado em uma área de assentamento.
Nessa mesma escola funciona também uma sala de aula em um pequeno imóvel de propriedade da associação de moradores da comunidade, sendo que a prefeitura paga mensalmente um valor de R$ 100,00 (cem reais) para a associação.
Um outro problema encontrado na localidade é a existência de um bar ao lado da escola, mas, de acordo com o diretor o estabelecimento só funciona quando a escola se encontra fechada e/ou em períodos festivos na referida palhoça de festa.
Vale ressaltar que a sala de aula que funciona na palhoça de festa, não oferece nenhum tipo de conforto e nem estimulo para os alunos assistirem as aulas, e que no final da tarde o sol incomoda muito os estudantes.
Confira alguns registros da sala de aula e da escola:
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Escola reduz aula por falta de água em Esperantina
Os alunos da Escola Municipal Santa Luzia em Esperantina-PI perdem de duas a três aulas por dia (de um total de cinco) porque a escola enfrenta problemas de falta d'água.
De acordo com funcionários da escola, eles afirmam que são obrigados a despacharem os alunos mais cedo, porque os mesmos ficam com sede e com fome, tendo em vista que sem água não dá pra preparar a merenda e nem beber no bebedouro. O problema da falta de água está sendo ocasionado por um problema apresentado na bomba do poço do referido chafariz. A situação ocorre desde o final do primeiro semestre letivo deste ano.
A Escola fica localizada no Bairro Santa Luzia, próximo ao campo de aviação do município. A falta de água é um problema não só da escola e sim de todo o bairro, pois os moradores não são abastecidos pela água da Agespisa e sim por um chafariz existente naquele local.
Os moradores e os pais dos estudantes afirmam que os alunos estão sendo os maiores prejudicados com esse problema, pois perdem aulas diariamente.
“Nós estamos pegando água nos poços que fica um pouco distante daqui, nós estamos pra morrer de sede, as roupas estão sujas e não aparece água. Os alunos vão para a escola, mas voltam logo pra casa porque não tem água”, lamenta o morador Raimundo.
Já a dona de casa Maria da Conceição disse que o problema já faz mais de um mês e que por muitas vezes ela acorda de madrugada para poder aparar água que sai de forma fraca nas torneiras.