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sexta-feira, 25 de março de 2011

Vereador propõe projeto que defende a preservação ambiental


Defender o meio ambiente é uma das lutas da população como um todo. Prova disto são inúmeras campanhas que vêm sendo realizadas no país e no mundo.

O vereador Regys Sampaio (PMDB), preocupado com a causa, começou a elaborar alguns projetos voltados para a preservação do meio ambiente.

Um deles é o projeto que prevê a implantação de atividade curricular sobre Meio Ambiente na Rede Municipal de Ensino de Esperantina-PI.

O Poder Executivo fica obrigado, através da Secretaria Municipal de Educação, a elaborar matéria curricular sobre o referido tema, obedecendo alguns critérios como: uma aula semanal, atividade anual definida na semana pedagógica e realizar uma vez por ano a Semana do Meio Ambiente, com realização de amostras, palestras, atividades de campo, com a prática de atos ligados a implantação e preservação da flora e da fauna, combate a erosão e outras relativas ao tema.



O Município de Esperantina poderá promover convênios com entidades ou associações governamentais, para a execução dos temas e atividades.



O projeto tem como objetivo informar, sensibilizar e conscientizar os alunos acerca dos conceitos básicos de meio ambiente, provocando mudanças de comportamento, de valores, de práticas e de atitudes (individuais ou coletivas), difundindo e consolidando as idéias de qualidade ambiental.

“O projeto é de extrema importância, inclusive pedagógica, já que ele foi desenvolvido para atender especialmente os alunos, de forma a levá-los à adoção de práticas concretas para uma relação de harmonia entre os seres humanos e o meio ambiente”, explica o vereador Regys.

O art.174 da Lei Orgânica do Município de Esperantina diz que incumbe ao Poder Público promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente, pois somente através dessa conscientização é que poderemos oferecer aos nossos descedentes uma vida melhor e ecologicamente equilibrada.

O projeto está sendo analisado pelas comissões da Câmara Municipal e deverá entrar em pauta para votação no mês de abril.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Tragédias naturais mudam atitudes em relação ao ambiente


As pessoas que passaram, em algum momento da vida, por problemas relacionados aos desastres naturais ocasionados pelo aquecimento global tendem a tomar atitudes mais sustentáveis em relação ao meio ambiente. Essa é a conclusão de estudantes e cientistas das universidades de Nottingham e Cardiff, no Reino Unido, que entrevistaram 1.822 pessoas em grande parte do território inglês sobre as mudanças de perspectivas dos cidadãos quando são atingidos por situações climáticas extremas.


De acordo com o relatório, publicado na revista Nature Climate Change, os entrevistados que estiveram próximos ou foram afetados pelos desastres acabam se preocupando mais com o aquecimento global, começando a realizar atividades em prol do meio ambiente que não eram feitas antes, como por exemplo, reduzindo o consumo de energia.


Para o senso comum e para a maioria dos cientistas sociais, aquelas pessoas que viram "de perto" as tragédias sentem mais a necessidade de reagir a este confronto. "Viver eventos climáticos extremos tem o potencial de mudar a maneira de como as pessoas veem as mudanças climáticas, tornando-as mais reais e tangíveis e, finalmente, motivando-as a agir de forma mais sustentável", afirmou Alexa Spence, chefe do trabalho e da Universidade de Nottingham.


De todos os entrevistados, 20% deles tinham vivido uma tragédia natural nos últimos anos, como as fortes tempestades e enchentes que assustaram o Reino Unido nos últimos anos. De acordo com o relatório, estes cidadãos são os mais confiantes em relação ao aquecimento global, já que eles acreditam que suas medidas em favor da sustentabilidade realmente sejam relevantes para evitar futuros desastres naturais.


A diminuição da temperatura do termostato e o desligamento de aparelhos eletrônicos quando não estavam sendo usados foram algumas dessas atitudes apontadas pelo estudo, que foi criticado pela revista de não ter sido amplo suficiente para chegar a tais conclusões.


Fonte: terra.com